terça-feira, 2 de dezembro de 2008

As piores contratações do ano













A expectativa na chegada de supostamente grandes jogadores nem sempre é correspondida. E é ela o principal critério para a eleição de piores contratações da temporada, algo bastante comum na Europa. Veja a lista de 12 nomes.

1º Daniel Carvalho (Internacional)
Contratado por seis meses com pinta de jogador de seleção, veio ao Beira-Rio no vácuo de D'Alessandro e até agora não conseguiu mostrar uma condição física ideal. Entrou em atrito com Tite, já se oferece para o Flamengo por 2009 e não justificou o investimento feito pelo clube que lhe revelou. Só fez 1 gol.
2º Fabão (Santos)
O bom desempenho no Campeonato Brasileiro de 2006, especialmente, fez com que deixasse o país com fama de grande zagueiro. Esquecia-se, porém, suas passagens ruins por Flamengo e Bahia, por exemplo, mas mesmo assim Leão e Marcelo Teixeira acharam correto lhe pagar um salário na casa dos 500 mil reais por mês. Teve desempenho tétrico.
3º Rodrigo (Flamengo)
Era o zagueiro dos sonhos de três entre quatro clubes grandes do país e chegou na Gávea com a experiência em Libertadores no currículo. Em mais de três meses de Flamengo, fez quatro jogos, apenas um como titular, e sofreu grave lesão no braço. Deixou o Rio de Janeiro trocando farpas com a direção e deve terminar o ano, no São Paulo, como campeão.
4º Jônatas (Flamengo)
Outro com jeitão de seleção brasileira que veio para o Flamengo. Após algumas tentativas, o clube resgatar seu campeão na Copa do Brasil de 2007, veio ao país, mas não jogou muito além de um terço das partidas flamenguistas no ano, quase sempre vindo do banco. A reputação construída em alguns anos de Gávea foi para o espaço.
5º Souza (Atlético-MG)
O Galo tentou Ricardinho, Gallardo, sonhou com D'Alessandro, mas veio outro nome mais experiente e em decadência. Em sua passagem breve pelo Atlético, retornando para o centenário, foram apenas cinco jogos, e a certeza de que foi um péssimo negócio.
6º Jéci (Palmeiras)
Imaginou-se que Luxemburgo tinha um substituto pronto para quando Henrique deixasse o país, mas o segundo ex-Coxa que veio ao Parque Antártica foi um fracasso de responsabilidade, também, do treinador. Seu desempenho tétrico nas bolas aéreas explicou a derrota para o Sport - data em que, felizmente para ele, sofreu uma lesão e deixou o "olho do furacão".
7º Marcel (Cruzeiro)
Vez ou outra cobiçado por clubes grandes, o centroavante fez algo interessante, e veio ao Brasil para jogar por Grêmio, Cruzeiro e depois novamente Grêmio. Pela Toca da Raposa, foram simples sete jogos até o retorno ao Olímpico, em uma passagem esquecível.
8º Juninho (São Paulo)
Precavido para a saída de Breno, o São Paulo achou ter encontrado, no ex-botafoguense, um grande e barato nome, mas o melhor zagueiro do turno da Série A de 2007 foi uma enorme bola fora, se mostrando mais lento que o habitual e falhando várias vezes. Totalmente sem clima para seguir até 2009.
9º Laborde (Náutico)
Depois do sucesso com Acosta, que tal um novo gringo? O colombiano passou como um furacão, rápido como ele, pelos Aflitos, mas não deixou saudades. Constantemente vaiado, o atacante durou exatos 12 jogos, e nenhuma vez foi às redes, aumentando a pressão que já havia em torno de si.
10º Odvan (Vasco)
Se a coisa está feia, chama ele aí, e o Vasco, que precisava de um bom zagueiro, buscou a solução apenas no passado. Seu retorno à São Januário é esquecível e uma das maiores explicações para a queda possível. De quebra, até machucou Leandro Amaral em treino.11º Escalada (Botafogo)
Esperança de gols latinos, o argentino chegou em General Severiano com algumas credenciais, mas também alguns quilos a mais. Era o nome para atuar com velocidade pelos lados do ataque, mas foi rápido mesmo em deixar o Botafogo após só três jogos.
12º Tuta (Figueirense)
Sempre lembrado por uma média razoável de gols e uma entrega medíocre em campo, o veterano Tuta foi vítima - ou o contrário - e deixou o Figueirense após sete jogos e algumas trocas de farpas com Gallo, ex-técnico, e dirigentes.

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